Plataformas digitais e a psicoesfera
O serviço de entregas prestado pelo iFood em Campos dos Goytacazes/RJ
DOI:
https://doi.org/10.36398/bprr.v23i1.167Palavras-chave:
iFood, Psicoesfera, Plataformas digitais, Espaço urbano, Campos dos GoytacazesResumo
Os serviços de entregas tornaram-se protagonistas durante a pandemia pela covid-19, quando foi exigido dos estabelecimentos a utilização desse serviço. As condições precárias do trabalho dos entregadores das plataformas ficaram em evidência. Neste artigo, propomos entender a adesão por eles ao iFood através da psicoesfera digital. Para isso, utilizamos como metodologia o levantamento bibliográfico, pesquisa de campo, entrevista com os entregadores, a análise do conteúdo do site do iFood direcionado a eles, a sistematização e análise dos dados e a discussão sobre a literatura. A psicoesfera é fundamental para a dinâmica do mercado global e para a aceitação do meio técnico-científico. Esclarecemos que não é somente a necessidade do próprio sustento dos entregadores que explica a aceitação do trabalho precário, mas a racionalidade neoliberal, a dependência das técnicas e principalmente a psicoesfera, que mascara a hiperprecarização das condições de trabalho dos entregadores.
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